



E se a
festa não terminasse?

A música para. As luzes se apagam. A fantasia volta para o armário. Depois de dias de muita agitação, sorrisos e multidões, a Quarta-feira de Cinzas chega trazendo uma pergunta silenciosa: e agora?
É comum buscarmos em festas e eventos uma válvula de escape para o cansaço, a rotina pesada ou até mesmo para as ansiedades da vida moderna. Queremos ser felizes, preencher os vazios e esquecer nossos problemas, nem que seja por algumas horas. O grande desafio é que a alegria que depende de um evento no calendário costuma ter prazo de validade. Passa rápido demais.
Jesus, certa vez, fez um convite diferente e muito atual: "Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu darei descanso a vocês" (Mateus 11:28). Ele não ofereceu uma alegria passageira ou uma fantasia temporária, mas uma paz real e profunda. Uma esperança que permanece firme mesmo quando a música acaba e a rotina recomeça. Você não precisa esperar o próximo feriado para encontrar alívio. Quando a alegria não depende de um evento, ela não termina com a festa. Existe uma paz real que ultrapassa qualquer feriado.


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